domingo, 25 de abril de 2010

Português em Timor-Leste: uma experiência de ensino de segunda língua

Rodrigo Silva dos Santos

“O presente trabalho foi idealizado a partir de discussões sobre os parâmetros comunicativos de ensino e da compreensão dos avanços e descobertas das teorias de aquisição e aprendizagem de línguas, considerando a experiência de ensino de português como segunda língua para alunos iniciantes em Timor-Leste, no ano de 2004. Essa pesquisa tem como objetivo apontar os procedimentos de melhor aproveitamento e levantar questões sobre os papéis exercidos pelo professor durante o processo de ensino/aprendizagem na sala-de-aula através da análise dos relatórios sistematizados metodologicamente, com base nos diários das aulas ministradas em Timor-Leste. Para desenvolver tal estudo, considerou-se a importância da interação na criação da afetividade, ferramenta facilitadora do processo de aprendizagem, o professor, responsável pela criação da interação e do ambiente propício ao ensino, e a música, por ser o ponto-de-partida das aulas analisadas e por seu caráter estimulante e
motivador.”

Descarreguem o artigo completo aqui em baixo.




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Aprendizagem de Língua Estrangeira e Identidade Sociocultural: Conflitos e Transformações do Aprendiz

Adriana Contin

“Este estudo tem por base o caso de dois alunos estrangeiros, aprendizes de português no Brasil. Tem como principal objetivo abordar as questões relativas ao uso, ensino e aprendizagem de línguas e as manifestações de conflitos e transformações das identidades autônoma e heterônima, sociais e culturais dos aprendizes em contexto formal de aprendizagem de línguas e seus efeitos no resultado final da aprendizagem. A análise mostra que aquele mais ligado à sua identidade autônoma apresentou limitações em seu desenvolvimento linguístico comunicativo; e o que se mostrou mais distanciado dela teve mais oportunidades para adquirir as competências linguísticas necessárias na língua-alvo. Este estudo visa contribuir para campo de investigações sobre os diversos cenários de ensino e aprendizagem de línguas e fomentar o debate sobre as questões que envolvem a cultura e identidade.”

Um artigo que descreve o percurso de aprendizagem da língua portuguesa (PLE) no Brasil de dois aprendentes, tentando analisar de que modo as questões de identidade cultural e social, as referências históricas culturais e linguísticas influenciam o resultado da aprendizagem. Um dos observados é timorense, o que faz com que a leitura deste artigo possa, de facto, acrescentar algo ao nosso entendimento do processo de ensino-aprendizagem da LP em Timor-Leste.

O texto completo pode ser descarregado clicando na miniatura abaixo.




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quarta-feira, 21 de abril de 2010

A Língua Portuguesa em África e em Timor

Ana Caetano

Um texto que compara a situação da língua portuguesa em Timor-Leste com o que acontece nos diversos países africanos onde ela também é Língua Oficial, sendo levantada a hipótese de haver uma aproximação do caso LP em Timor-Leste ao caso LP em Cabo Verde. Tal comparação é feita sobretudo em três vertentes: contacto de LP com outras línguas, o papel atribuído à LP pelos falantes e contexto de aprendizagem de LP. São também colocadas algumas questões pertinentes no que se refere à abordagem da situação da língua portuguesa em Timor-Leste.

O texto completo está disponível para descarregar aqui em baixo.




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domingo, 18 de abril de 2010

Maria Madeira - Arte Moris

Carlos Severino

Foi inaugurada na sexta-feira passada, na Casa Europa, uma exposição de Maria Madeira, pintora timorense, que está há vários anos na Austrália. Ela regressou no ano passado com a finalidade de colaborar com a Secretaria de Estado da Cultura e com o Ministério da Educação.
Fez vários workshops na Arte Moris, nos últimos anos, cultivando diferentes técnicas de pintura, mais justas à cultura timorense, como a pintura com masca.

No ano passado, fiz uma visita guiada com os meus professores à Arte Moris, o que ajudou a perceber como funcionam, o que fazem e, principalmente, a desmontar a imagem exterior com que são catalogados.

Assim, deixo aqui o guião da visita e a ligação do sítio da Arte Moris.
Será um material mais fácil de utilizar nos distritos de Díli e de Baucau.




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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Plano de Acção de Brasília para a Promoção, a Difusão e a Projecção da Língua Portuguesa

A VI Reunião Extraordinária do Conselho de Ministros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), realizada no passado dia 31 de Março, em Brasília, aprovou um plano de açcão para a promoção, a difusão e a projecção da língua portuguesa, saído da Conferência Internacional sobre a Língua Portuguesa no Sistema Mundial, que decorreu em Brasília, de 25 a 30 de Março último.

Neste documento estão definidas linhas de actuação a vários níveis:

• Estratégias de implantação da língua portuguesa nas organizações internacionais
• Estratégias de promoção e difusão do ensino da língua portuguesa
- Ensino da língua portuguesa no espaço da CPLP
- Fortalecimento do ensino de português como língua estrangeira (PLE)
- Instrumentos
• Estado de desenvolvimento do Acordo Ortográfico
• Difusão pública da língua portuguesa
• Importância da língua portuguesa nas diásporas
• Participação da sociedade civil

Para conhecer na íntegra o plano aprovado pelos representantes dos oito países membros da CPLP, basta clicar na miniatura abaixo.




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sábado, 10 de abril de 2010

Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas - Aprendizagem, Ensino, Avaliação

Nuno Almeida

“O Quadro Europeu Comum de Referência (QECR) fornece uma base comum para a elaboração de programas de línguas, linhas de orientação curriculares, exames, manuais, etc., na Europa. Descreve exaustivamente aquilo que os aprendentes de uma língua têm de aprender para serem capazes de comunicar nessa língua e quais os conhecimentos e capacidades que têm de desenvolver para serem eficazes na sua actuação. A descrição abrange também o contexto cultural dessa mesma língua. O QECR define, ainda, os níveis de proficiência que permitem medir os progressos dos aprendentes em todas as etapas da aprendizagem e ao longo da vida. […] Fornece aos que tutelam a Educação, aos autores de programas, aos professores, aos formadores de docentes, aos organismos de certificação, etc., os meios para reflectirem sobre a sua prática actual, com vista a contextualizarem e a coordenarem os seus esforços e a assegurarem que estes respondam às necessidades reais dos aprendentes pelos quais são responsáveis.”

“De acordo com estes princípios fundamentais, o Conselho encorajará todas as pessoas implicadas na organização da aprendizagem das línguas a basearem o seu trabalho nas necessidades, motivações, características e recursos dos aprendentes, significando isto ser capaz de responder a questões como:

• O que é que os aprendentes precisam de fazer com a língua?
• O que é que eles precisam de aprender para serem capazes de usar a língua para esses fins?
• O que é que os leva a aprender?
• Que espécie de pessoas são (idade, sexo, meio social e nível de educação, etc.)?
• Que saberes, capacidades e experiência possuem os professores?
• Que acesso têm a manuais, obras de referência (dicionários, gramáticas, etc.), suportes audiovisuais e informáticos?
• Quanto tempo podem (querem ou são capazes de) dedicar à aprendizagem de uma língua?

A partir desta análise da situação de ensino/aprendizagem, considera-se extremamente importante definir de forma clara e explícita os objectivos mais válidos e mais realistas em função das necessidades dos aprendentes, do ponto de vista das suas características e dos seus recursos.”
__________________________________________________________

Apesar de o QECR ter sido elaborado pelo Conselho da Europa, no âmbito do Projecto “Políticas Linguísticas para uma Europa Multilingue e Multicultural”, quando exploramos este valioso recurso, percebemos de imediato que, também em Timor-Leste, pode ser muito útil para complementar a nossa actuação enquanto professores de língua não materna.

A obra completa está disponível para download aqui em baixo (formato pdf).




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sexta-feira, 9 de abril de 2010

Portal da Língua Portuguesa

"O Portal da Língua Portuguesa é um repositório organizado de recursos linguísticos. Pretende ser orientado tanto para o público em geral como para a comunidade científica, servindo de apoio a quem trabalha com a língua portuguesa e a todos os que têm interesse ou dúvidas sobre o seu funcionamento". É da responsabilidade do Instituto de Linguística Teórica e Computacional (ILTEC) e é financiado pelo Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD) e Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

Para quem ainda não conhece, fica aqui em baixo o link. Adicionem este sítio aos favoritos pois, além de permitir a consulta de vários dicionários e do Vocabulário Ortográfico do Português (para apoiar a aplicação do novo Acordo Ortográfico), também disponibiliza alguns jogos e passatempos. Para além disto, podemos usar um motor de busca que nos permite listar palavras que comecem, contenham ou terminem com determinada sequência de letras. Muito útil.

Portal da Língua Portuguesa

quarta-feira, 24 de março de 2010

O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa em Timor-Leste

Nuno Almeida

Ainda sobre o Acordo Ortográfico: foi no dia 30 de Março do passado ano que o Parlamento Nacional de Timor-Leste aprovou, para adesão, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, assinado em 1990. Coloco aqui, caso queiram descarregar, a edição em pdf do Jornal da República, Série I, nº 17, de 6 de Maio de 2009, onde foram publicadas três resoluções do PN relacionadas com o Acordo Ortográfico:

• Resolução do Parlamento Nacional nº 14/2009, de 6 de Maio
“Aprova, para Adesão, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entre os Estados Membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”.
Esta resolução prevê a continuação do uso do hífen na grafia oficial do nome “Timor-Leste” (que passa a ser uma excepção). Também inclui, em anexo, o texto integral do Acordo Ortográfico.

• Resolução do Parlamento Nacional nº 18/2009, de 6 de Maio de 2009
“Aprova, para Adesão, o Segundo Protocolo Modificativo ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entre os Estados Membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”.
É este Segundo Protocolo Modificativo, assinado em São Tomé, em Julho de 2004, que prevê a adesão da República Democrática de Timor-Leste.

• Resolução do Parlamento Nacional nº 19/2009, de 6 de Maio de 2009
“Aprova, para Adesão, o Protocolo Modificativo ao Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entre os Estados Membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa”.

Já sabemos que está aprovado em Timor-Leste. Falta saber para quando se prevê o início da sua aplicação.

Para descarregar, cliquem na miniatura.




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quarta-feira, 17 de março de 2010

Declaração Universal dos Direitos Linguísticos

Para quem ainda não conhece a Declaração Universal dos Direitos Linguísticos, fica aqui o link para a versão portuguesa original on-line no P.E.N. Clube Português (não dá para descarregar o texto – só para consultar). Se quiserem descarregar o texto completo, usem a miniatura abaixo – é uma edição em pdf da Federação Nacional de Educação e Integração de Surdos (do Brasil) que mantém, contudo, a tradução original para português feita pelo P.E.N. Clube Português.

Porque somos professores de língua, este é um ‘clássico’ obrigatório. Não deixem de ler e de reflectir no significado e, sobretudo, nas implicações deste texto (a ser levado a sério pelos governos), seja em Portugal ou em Timor-Leste. E, já agora, qual o nosso papel na implementação destes direitos universais?




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domingo, 14 de março de 2010

Preservação de Subsistemas Gramaticais do Português em Timor-Leste Ocupado

Maria José Albarran de Carvalho

Envio artigo publicado na «Veritas», revista tri-semestral da UNTL, em 2005, no qual defendo após itinerário de dados linguísticos, que a juventude não está assim tão fora de subsistemas do português como afirma e se desencoraja, pois não há perda completa de contacto com o género-número, preposicionamento e acordo verbal como se diz. Trata-se de trabalho mais para docentes, poder-se-á planificar actividades em aula, a partir do nome de cada um, por exemplo, para demonstrar as evidências de que nele me ocupo, animando os mais vencidos pelas dificuldades - fi-lo numa palestra e o resultado foi óptimo.

“O presente estudo de itens gramaticais soltos mais não pretende ser que a mera enumeração de notas relativas a comprovada interiorização de subsistemas do português ao longo da ocupação indonésia. Tais apontamentos provam a persistência de contacto nuclear com esta língua, hoje co-oficial, em áreas identitárias do povo timorense numa história a longo prazo, o passado da colonização portuguesa, e a curto, com destaque particular para a sua manutenção mesmo durante os últimos 30 anos, pesem embora as duríssimas proibições finais das então forças dominadoras do anterior regime indonésio. Argumentos objectivos e prospectivos incidem também sobre um futuro próximo”.

Descarreguem o artigo completo aqui em baixo.




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Acordo Ortográfico: Guia Prático

Fátima Marques

Embora ainda estejamos no período de transição, é melhor começarmos a fazer a preparação para a nova escrita...

Vejam aqui a apresentação PowerPoint – um guia para a nova grafia do Português, com as principais alterações.

ORTOGRAFIA_ACORDO.pps


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sábado, 13 de março de 2010

Actividade: texto instrucional

Nuno Almeida

Partilho convosco mais uma actividade. Desta vez tratava-se de trabalhar o texto instrucional. Num primeiro momento, começámos por compreender um conjunto de instruções; depois, experimentámos seguir essas mesmas instruções; por último, decidimos produzir um texto instrucional.

Para começar, consultámos as “Instruções para instalar o dicionário de Tétum”, uma das secções do “Guia de Estilo da RDTL”, um documento ainda não oficializado que irá regular a produção escrita em toda a Administração Pública em Timor-Leste. Se descarregarem este documento (abaixo), verificarão que o texto é fértil no uso de Imperativo. Neste primeiro momento, tentámos interpretar o texto e identificar particularmente as palavras que tinham a função de exigir algum tipo de acção por parte do leitor. Não foi muito difícil. É claro que aproveitámos para as registar no quadro e verificar as diferentes terminações, de onde se partiu para a explicitação da regra e verificação das irregularidades.

Depois, porque temos um PC na sala (sim, somos privilegiados), experimentámos a instalação do referido Dicionário Electrónico de Tétum, seguindo o texto passo a passo. Para tal, usámos um projector, para que todos fossem acompanhando a evolução da actividade, e, enquanto um dos elementos da turma ia lendo as instruções, outro ia fazendo o que era pedido. Convém dizer que houve algumas dúvidas neste momento prático, que foram sendo resolvidas em grande grupo. Devo referir, contudo, que não foi necessária a intervenção do professor. Já agora, se quiserem o dicionário electrónico de tétum para disponibilizar aos formandos, mandem-nos um mail.

Num último momento, foi pedido aos aprendentes (em trabalho de pares) que produzissem um texto instrucional. As instruções deveriam ter alguma utilidade prática para os cidadãos timorenses. Para dar uma ideia dos resultados, surgiram textos como: instruções para a obtenção do passaporte, para tirar a carta de condução, para importar um veículo, para abrir uma conta no Gmail... Foi então pedido a um dos autores que lesse o seu texto aos colegas.

Seleccionei um dos textos produzidos para divulgar aqui. Gostei particularmente deste, pois não apresenta desvios de maior e conseguiu usar na perfeição algumas instruções com pronome reflexo, tal como no modelo (“lembre-se”, “certifique-se”). O que ouvimos é a leitura do texto, ainda sem qualquer correcção.






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Língua Portuguesa e Cultura em Timor-Leste

Nuno Almeida

O facto de, num país onde convivem comunidades linguísticas diversas, ser atribuído o estatuto de língua oficial a determinada língua é um factor incontornável de mudança da cultura comum às várias comunidades, que passam a ter interesse e necessidade de aprender e usar essa mesma língua, que, de outra forma, não faria parte do seu repertório linguístico. No caso de Timor-Leste, em que a língua portuguesa é uma língua verdadeiramente importada, ou seja, que não teve a sua origem em nenhuma das comunidades linguísticas nacionais nem tem, no momento em que é considerada língua oficial, qualquer espaço visível de uso dentro das fronteiras políticas ou sequer próximo destas, a sua contribuição para a mudança cultural será porventura mais acentuada. Para mais, o meio encontrado pelas instâncias governativas para, a curto prazo, concretizar o ensino da língua oficial a professores, funcionários públicos e governantes, iniciando assim a sua difusão nacional, foi recorrer maioritariamente a professores portugueses, que, por serem falantes de língua portuguesa, darão a garantia de um bom trabalho, mas que, por pertencerem a outra cultura, poderão ser, também eles próprios, agentes da mudança cultural.

Neste texto, mostra-se a profundidade da relação entre “língua” e “cultura”, observa-se o contexto Timor-Leste à luz desta relação e fazem-se algumas reflexões pertinentes. É importante não dissociar as questões linguísticas das questões culturais, mas o que é certo é que não se reflecte muitas vezes sobre estas matérias. Trata-se de mais um contributo para uma actuação consciente.

O artigo completo está disponível para download aqui em baixo.




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sexta-feira, 12 de março de 2010

Porquê a língua portuguesa em Timor-Leste

Nuno Almeida

No contexto da integração de Timor-Leste no mundo da Lusofonia, importa reflectir acerca das vantagens e desvantagens da opção pelo português como língua co-oficial e das questões que tal decisão levanta. Num tempo em que as decisões já foram tomadas mas em que parece ainda haver, entre os agentes nacionais e internacionais, dúvidas relativamente ao caminho a trilhar, é com o intento de divulgar uma opinião conhecedora da realidade linguística e cultural de Timor-Leste, que tomo a liberdade de publicar neste blog alguns excertos da comunicação de Geoffrey Hull, linguista, professor da Universidade de Western Sydney, Austrália, dirigida ao Congresso Nacional, em 2001. Um documento esclarecido e esclarecedor.

Descarreguem o texto integral aqui em baixo.




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terça-feira, 9 de março de 2010

LUSOFONIA – Paráfrase do artigo do Prof. Fernando Cristóvão no Dicionário Temático da Lusofonia

Nuno Almeida

Para uma definição do conceito de “Lusofonia”, do seu aparecimento e evolução ao longo dos tempos; para uma melhor percepção do âmbito deste conceito e da sua ligação com as questões de ensino da língua portuguesa.
Descarreguem o texto completo abaixo.




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Conjugadores de verbos na net

Por sugestão de um formando (Francisco Soares de Jesus), a quem agradecemos, aqui ficam os links para dois conjugadores de verbos na net. Muito útil para os nossos formandos que têm accesso à net.

Conjuga-me.net

LX-Conjugator

Timor Lorosa'e: A Ilha do Sol Nascente


Carlos Severino

O texto de João Pedro Mésseder, "Timor Lorosa'e: A Ilha do Sol Nascente", com ilustrações de André Letria, é um material que, no meu caso, serviu para abordar um momento da história de Timor-Leste, sem grande rigor histórico, com formandos de nível inicial.
Sendo direccionado para crianças, é de fácil compreensão e permitiu que os formandos, através da ordenação das ilustrações seleccionadas contassem uma história e praticassem a oralidade.



O texto está organizado com miniaturas das ilustrações e pode ser descarregado aqui em baixo; as ilustrações per se podem-se disponibilizar a quem ainda não tenha o texto.




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segunda-feira, 8 de março de 2010

Manuais didácticos para ensino do Português em Timor-Leste: para uma reflexão metódica (dissertação de Ana Sofia dos Santos)

Um trabalho científico sobre o método "Português em Timor" e a influência do Tétum na aprendizagem do Português (com a curiosidade e a vantagem de ser obra de uma professora com experiência de ensino em Timor-Leste).

Descarregue aqui a tese completa.


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